Backtest de cada estratégia separada, ou de todas juntas?
Separadas, sempre — e depois juntas. Testar tudo de uma vez responde “o robô deu lucro?”, que é a pergunta errada pra quem quer melhorar alguma coisa.
“Vc fez o backtest com cada estratégia individualmente pra ver se realmente está dando sinal corretamente ou fez o backtest com todas elas juntas?” pergunta real, grupo de operações binárias no Telegram('
O que o teste conjunto esconde
\nImagine 4 estratégias rodando no mesmo robô. O resultado final dá 55%. Parece bom. Só que por dentro pode ser:
- uma a 63% com muitas entradas (essa é a que sustenta tudo),
- duas em torno de 52% (que estão só empatando e ocupando espaço),
- uma a 44% (que está comendo o ganho da primeira em silêncio).
No número conjunto essas quatro histórias viram uma só. Você não tem como saber o que desligar, e vai passar o próximo mês mexendo em parâmetro no escuro.
\n', 'A ordem que funciona
\nUma estratégia, um par, um período
\nIsole ao máximo. O objetivo aqui não é achar lucro, é descobrir se aquele sinal específico tem alguma vantagem. Confira também se o sinal está disparando na vela certa — metade dos “resultados estranhos” são erro de implementação, não má estratégia.
\nA mesma estratégia em vários pares
\nEstratégia que só funciona num par é suspeita. Pode ser uma característica real daquele ativo — ou pode ser coincidência. Aparecer em vários pares é o sinal mais barato de que a coisa tem algum fundamento.
\nSó então, o conjunto
\nAgora sim vale rodar tudo junto — mas com um propósito específico: ver se as estratégias se atrapalham. Duas que entram na mesma vela em direções opostas são dinheiro indo e voltando com custo.
\nVocê para de reescrever o robô inteiro toda vez. Sabendo o número de cada pedaço, desligar uma estratégia ruim vira uma linha de configuração — e não mais um fim de semana de código.
Aqui cada estratégia vira uma carta separada
Uma carta por estratégia, com o número dela, no par dela, no período dela. É o formato que deixa comparar lado a lado sem precisar confiar na memória — e sem precisar programar nada pra descobrir.
Catalogar minha estratégia