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Backtest puxando a API ao vivo ou com velas baixadas: faz diferença?

Baixar as velas uma vez e testar em cima do arquivo local é mais rápido e mais confiável do que reconsultar a API a cada teste — o resultado deixa de depender da internet e passa a ser sempre o mesmo dado.

“E como eu peguei todas as velas de 1 min de todos os ativos e tenho um pouco mais 60 dias de velas, eu faço o backtest off LINE, assim uso o processador e não a internet para ficar mais rapido” pergunta real, grupo de operações binárias no Telegram

Por que baixar antes compensa

Backtest que consulta a API a cada rodada tem dois custos: tempo (cada requisição espera resposta de rede) e limite (muita requisição seguida pode esbarrar em bloqueio temporário da corretora). Baixando o histórico uma vez pra um arquivo local, o teste roda inteiro no processador — sem espera de rede, e pode ser repetido quantas vezes for preciso sem gastar cota de API de novo.

O ganho que importa mais

Velas salvas localmente garantem que o mesmo teste sempre vê o mesmo dado. Puxando ao vivo, se a corretora atualizar o histórico entre uma rodada e outra, dois testes do mesmo período podem dar números diferentes — e aí fica impossível saber se a estratégia mudou ou se foi o dado que mudou.

O que guardar junto com as velas

Data de início e fim do arquivo, e se o período cobre par normal ou OTC — sem isso, um arquivo de velas antigo vira uma caixa preta que ninguém lembra o que tem dentro.

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Testar antes não transforma estratégia ruim em boa

O que o Binaryzando faz é medir a sua ideia no histórico real de velas e selar o resultado numa carta com código verificável — assim o número não pode ser editado depois. Se o resultado for ruim, ele vai aparecer ruim. É esse o ponto.

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